Não era amor, era cilada

Já dizia o sábio vocalista do grupo Molejo “Inocente, apaixonado. Eu tava crente, crente que ia viver uma história de amor”. Ah, mas quem nunca caiu numa cilada que atire a primeira pedra. Seja com a pegação da balada, com o ficante fixo, com namorado, amigo, amante ou marido. Em algum momento da vida você já deu um duplo mortal carpado numa cilada.
Há quem aprenda a lição numa única aula e passe o resto da vida identificando e fugindo das armadilhas, mas, a grande maioria acaba ficando com fama de dedo podre mesmo e bate cartão em todas as ciladas do destino. Mulheres solteiras são mais propícias às ciladas. Porque? Bom, por que não há pote de Häagen Dasz mais gostoso do que homem canalha disposto a te conquistar. Ah, mas que fique claro que este blog não se trata de um manifesto feminista. Não somos feministas, nem machistas, ou qualquer outra ísta. Somos mulheres que já caíram e se levantaram de centenas de ciladas.
Se você espera encontrar aqui um manual de como se prevenir das armadilhas, bom, vamos lhe decepcionar. Apesar de nossas próprias experiências e das que ouvimos de amigos, continuamos a cair em ciladas, e em alguns casos conscientemente, olha que bonito! Ah, mas você é nosso convidado para rir e opinar sobre as ciladas que apresentaremos aqui, sejam elas verídicas, ou crônicas que surgiram por nossa imaginação. De virgens a cafajestes experientes, passando por nerds tímidos e baladeiros descarados, junte-se a nós e, ao menos, nos tenha de mau exemplo. Divirta-se como nos divertimos relembrando os casos e traçando estratégias que nunca seguimos.